Jeri para os íntimos

por Little Things

Quem nunca ouviu falar em Jeri? De tanto ouvir falar um dia eu resolvi visitar. Uma amiga trabalhava em uma agência de viagem e organizou a “excursão”,  lá fomos nós! Um dia inteiro para chegar no famoso paraíso, pega avião pega 4×4 e chega!

A praia é linda, o pôr do sol é o mais bonito que eu ja vi e tem várias lagoas por perto que são indispensáveis a visita. De dia ou você fica curtindo a praia perto da vila mesmo ou pega uma jardineira e vai conhecer a região. Nunca tinha visto o verdadeiro deserto que é o Nordeste, impressionante, durante os passeios uma vez ou outra você vê um coqueiro guerreiro, mas no geral areia, areia e mar.

Jeri é o point do windsurf e do kitesurf e tem muita gente fazendo esporte durante o dia na praia, as vezes dava até “medo” de entrar no mar e ser atropelada pelas dezenas de pranchas e pipas em alta velocidade. O esporte atrai gente bonita o que é bom para os olhos porque vamos combinar, o pessoal lá de cima não e tão belo assim. Ralph um holandês de 1,95 de altura, olhos claros, cabelos dourados, e um sorriso maravilhoso floreou nossa viagem, ele fazia windsurf e nosso passatempo nas horas livres era aprecia-lo, pena que estava acompanhado rsrs.

Dunas maravilhosas, mangues com caranguejos tão laranjas que brilham, a comida então nem se fala muito camarão no abacaxi, peixe na telha com banana e baião de dois (na época não comi, pois não comia carne de boi nem de porco, fase…) o sorvete de doce de leite era minha sobremesa diária, tapioca com leite condensado e coco no café da manhã e muuuito mamão doce.

Normalmente essas vilas tem muito cachorro mas lá não, lá tem muito sapo, perereca e rã. De noite você disputa a rua com eles e na hora de entrar no quarto pede licença para elas para poder abrir a porta. Tipo praga!

De noite tinha forró, reggae a “faixa de gaza”, um corredor estreito em direção a praia com barraquinhas vendendo batidas, caipis, capetas… Os sabores de caipis foram os mais diversos que já vi. Como a turma era grande, cada um jantava em algum lugar, encontrávamos no centrinho e por lá a gente ficava e seguia o fluxo. Final da noite o único lugar para comer era uma padaria onde todo mundo ia tomar Toddynho e comer pão com manteiga que era uma delícia quentinho e fofinho.

12 dias de muita diversão, sol, sombra, água fresca, pôr do sol maravilhoso sim eu aplaudi e fiquei arrepiada, amizades fortalecidas, passeios com emoção (os bugueiros lá são meio doidos), conhecimento cultural adquirido e muita história para contar.

Se algum dia você tiver oportunidade vai lá! Eu indico!   

 

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One Comment to “Jeri para os íntimos”

  1. vida ruim,hein!?

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